Lá se pensam, cá se fazem.

Agência de Turismo Solidário

[MISSÃO] atuar como Agência de Viagens especializada na comercialização de pacotes turísticos associados ao turismo solidário e turismo social. [VISÃO] tornar o turismo num serviço acessível a todos os escalões sociais e por qualquer pessoa do mundo, suportado por um sistema autossustentado. [EXEMPLO]Adam, o típico arquiteto inglês, bastante ocupado, com muito pouco tempo para tudo o resto, via nas suas férias um refúgio para o seu dia-a-dia. Nesse sentido resolveu visitar o Porto. Para o efeito decidiu recorrer a uma agência de viagens, mas não ficou convencido. Em casa, pesquisou na internet por voos e pontos de interesse para visitar, mas perdeu-se com demasiada informação. Resolveu escrever no motor de busca, “turismo na cidade do porto”. Apareceram vários resultados, no entanto houve um que o deixou intrigado. Esse link dizia “Agência de Turismo Solidário”. Ficou surpreendido e com curiosidade, clicou. Rapidamente percebeu que não era tudo, pois o pacote turístico também lhe dava a hipótese de contribuir para um projeto social, inserido na sua área de formação. A parte lúdica e cultural da viagem apresentava um formato menos rígido e havia a possibilidade de se focar no património arquitetónico da cidade, que era um grande interesse seu. Este argumento convenceu-o, por isso reservou. Em Portugal, conheceu Nuno, um arquiteto português, à data desempregado (identificado como pessoa afetada por uma problemática social), que, no âmbito do pacote comprado por Adam, beneficiou também dos mesmos serviços mas de forma gratuita. Chegados ao hotel, deixaram as suas malas e dirigiram-se para a sede do projeto social que estava destinado intervir. Quando lá chegaram, foram apresentados aos membros que fazem parte desta iniciativa social e foram postos ao corrente do projeto em que iriam estar envolvidos. Durante essa semana, na parte da manhã, estavam envolvidos no projeto social, tendo trabalhado na reabilitação de um edifício no centro do Porto. À tarde, conheceram a cidade do Porto com uma especial atenção às obras arquitetónicas mais relevantes, tendo em conta os seus interesses. À medida que o tempo passou, Adam deu um contributo muito importante para o projeto, apresentando novos materiais que tornariam a reabilitação mais barata, e o Nuno, por sua vez, mostrou elevadas competências técnicas e uma motivação fora de série. No final desta experiência tinham-se tornado amigos e trocaram contactos. Passadas duas semanas, Adam telefonou ao Nuno para lhe informar que a sua empresa estava a recrutar um arquiteto com as competências técnicas que ele havia demonstrado. Nuno candidatou-se e encontra-se agora a trabalhar com Adam e com um salário muito confortável”.

Henrique Vasconcelos

Visionário
None,

Pedro Teixeira-Diniz

Facilitador
Londres, Reino Unido

Ricardo Belchior

Comunicador
Vila do Conde, Portugal

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